sábado, 8 de maio de 2010
sábado, 30 de maio de 2009
POSTO DE ARRECADAÇÃO CAMPANHA SOS NORDESTE EM SANTOS por GrupoB2 em 30 / 05 / 2009, 14:20 O Movimento Bandeirante de Santos, em parceria com a Cruz
POSTO DE ARRECADAÇÃO CAMPANHA SOS NORDESTE EM SANTOS
por GrupoB2 em 30 / 05 / 2009, 14:20
O Movimento Bandeirante de Santos, em parceria com a Cruz Vermelha de SP e demais líderes da região, que estarão oferecendo a logística dos donativos arrecadados na Baixada Santista para a capital, irá participar da Campanha SOS NORDESTE, disponibilizando inclusive sua sede, na rua Jurubatuba, nº 157, na Ponta da Praia, em Santos, como ponto de coleta e arrecadação para as doações humanitárias aos desabrigados. Doações de materiais de higiene e gêneros de primeira necessidade, roupas e sapatos, cobertores, alimentos não perecíveis. As roupas serão lavadas na Lavanderia Comunitária Inaugura em Cubatão, SP. O Cantor Frank Aguiar irá ceder caminhões para levar as doações até a Cruz Vermelha em SP. 60% das vítimas são crianças
por GrupoB2 em 30 / 05 / 2009, 14:20
O Movimento Bandeirante de Santos, em parceria com a Cruz Vermelha de SP e demais líderes da região, que estarão oferecendo a logística dos donativos arrecadados na Baixada Santista para a capital, irá participar da Campanha SOS NORDESTE, disponibilizando inclusive sua sede, na rua Jurubatuba, nº 157, na Ponta da Praia, em Santos, como ponto de coleta e arrecadação para as doações humanitárias aos desabrigados. Doações de materiais de higiene e gêneros de primeira necessidade, roupas e sapatos, cobertores, alimentos não perecíveis. As roupas serão lavadas na Lavanderia Comunitária Inaugura em Cubatão, SP. O Cantor Frank Aguiar irá ceder caminhões para levar as doações até a Cruz Vermelha em SP. 60% das vítimas são crianças
sábado, 23 de maio de 2009
CAMPANHA SOS NORDESTE E NORTE
CAMPANHA SOS NORDESTE E NORTE
O Movimento Bandeirante de Santos, em parceria com a Cruz Vermelha de SP e demais líderes da região, que estarão oferecendo a logística dos donativos arrecadados na Baixada Santista para a capital, irá participar da Campanha SOS NORDESTE, disponibilizando inclusive sua sede, na rua Jurubatuba, nº 157, na Ponta da Praia, em Santos, como ponto de coleta e arrecadação para as doações humanitárias aos desabrigados. Doações de materiais de higiene e gêneros de primeira necessidade, roupas e sapatos, cobertores, alimentos não perecíveis. As roupas serão lavadas na Lavanderia Comunitária Inaugura em Cubatão, SP. O Cantor Frank Aguiar irá ceder caminhões para levar as doações até a Cruz Vermelha em SP. 60% das vítimas são crianças.
Andrea Mendes Lyra
Assessora de Comunicação do Núcleo Santos
O Movimento Bandeirante de Santos, em parceria com a Cruz Vermelha de SP e demais líderes da região, que estarão oferecendo a logística dos donativos arrecadados na Baixada Santista para a capital, irá participar da Campanha SOS NORDESTE, disponibilizando inclusive sua sede, na rua Jurubatuba, nº 157, na Ponta da Praia, em Santos, como ponto de coleta e arrecadação para as doações humanitárias aos desabrigados. Doações de materiais de higiene e gêneros de primeira necessidade, roupas e sapatos, cobertores, alimentos não perecíveis. As roupas serão lavadas na Lavanderia Comunitária Inaugura em Cubatão, SP. O Cantor Frank Aguiar irá ceder caminhões para levar as doações até a Cruz Vermelha em SP. 60% das vítimas são crianças.
Andrea Mendes Lyra
Assessora de Comunicação do Núcleo Santos
quinta-feira, 21 de maio de 2009
Cidade dispõe de postos de arrecadação de óleo de cozinha
Cidade dispõe de postos de arrecadação de óleo de cozinha usado
Por: Depto. Imprensa - Prefeitura Municipal de Santos
O óleo de cozinha jogado diretamente na pia prejudica seriamente o meio ambiente. Em Santos, são realizadasvárias iniciativas para combater este despejo incorreto. Existem postos de coleta em diversas unidades da prefeitura, o que tem ajudado pessoas que, muitas vezes, têm dificuldades para descartar o produto.
O reaproveitamento do óleo vem sendo incentivado por meio de diversas ações educativas, promovidas em parceria com a sociedade civil. Só na rede municipal de ensino, 24 escolas mantêm postos de arrecadação, com recipientes de 50 litros para coletar óleo de cozinha usado. O incentivo aos alunos acontece por meio do projeto "De Olho no Óleo", uma parceria entre a Seduc (Secretaria de Educação) e a empresa Marim – Gerenciamento de Resíduos.
Como incentivo a quem traz o óleo de casa, serão distribuídas bicicletas para as escolas municipais que aderiram ao projeto e conseguiram arrecadar 500 litros. As escolas, por sua vez, sorteiam a bicicleta entre os alunos que levaram óleo em garrafas pet. O material arrecadado nas unidades municipais é encaminhado para uma fábrica na cidade de Piracicaba, onde é transformado em biodiesel e ração animal, entre outros produtos.
UM dos exemplos de sucesso, é a escola de educação especial Maria Carmelita Proost Villaça, na Ponta da Praia. Desde setembro do ano passado, a unidade já alcançou a meta de 500 litros. Ingrid Antonia Fortunato Joaquim, de 14 anos, leva para a escola cerca de seis litros de óleo em garrafas pet por mês. Além do óleo que junta dentro de casa, recolhe o material entre a vizinhança.
O aluno, Marcus Vinicius Calixto Afanili, de 15 anos, também participa da campanha. "Se o óleo fosse jogado fora pelo ralo, prejudicaria a natureza. Aqui, com o óleo, nós também fazemos sabão", explicou, ao citar a oficina de meio ambiente que é realizada na escola. O sabão produzido no local pelos alunos, sob orientação de uma professora, é utilizado para lavar as panelas na oficina de cozinha, realizada no local, vendido em bazares e distribuído aos alunos, como forma de incentivo aos pais a juntar óleo de cozinha.
OUTROS POSTOS
Postos de coleta também funcionam em espaços esportivos municipais. O Centro M. Nascimento Júnior (Rua João Fraccaroli s/n.°, Bom Retiro) arrecada ao mês até 120 litros, enquanto o Complexo Rebouças (Praça Eng. José Rebouças, Ponta da Praia), recolhe outros 230 mensais.
O óleo arrecadado nestes locais é entregue para a ONG Trevo, de São Paulo, em troca de produtos de limpeza, que servem para a manutenção desses equipamentos. Está previsto que, em breve, o Centro Esportivo da Zona Noroeste também comece a arrecadar óleo de cozinha, assim como o Posto 2, na praia. A coleta nas barracas de praia também é realizada pela ONG, que transforma esse material em sabão e ração para animais.
Quem conseguir juntar 30 litros de óleo usado, pode entrar em contato com a ONG Trevo pelos telefones (11) 3531-2116 e 6161-3867 ou pelo "site" www.trevo.org.br . Os responsáveis retiram o resíduo em toda a Baixada Santista. A empresa Marim (Av. Joaquim Montenegro, 531, telefone 3273-4438) também recolhe o produto.
Agências do Banco Real no Gonzaga (Av. Ana Costa, 185) e Ponta da Praia (Rua Alexandre Martins, 53) também contam com postos de arrecadação de óleo de cozinha, assim como o Núcleo Santos da Federação de Bandeirantes do Brasil, à Rua Jurubatuba, 157, na Ponta da Praia, que atende de segunda a sábado, das 15h às 17h.
DANOS
Cada litro de óleo despejado em pias ou vasos sanitários tem potencial para poluir um milhão de litros de água, o equivalente à quantidade que uma pessoa consome ao longo de 14 anos. Quando a gordura vai para a rede de esgoto, eleva o custo do sistema de tratamento dos resíduos. O óleo provoca ainda a impermeabilização do solo, contribuindo para as enchentes.
Por: Depto. Imprensa - Prefeitura Municipal de Santos
O óleo de cozinha jogado diretamente na pia prejudica seriamente o meio ambiente. Em Santos, são realizadasvárias iniciativas para combater este despejo incorreto. Existem postos de coleta em diversas unidades da prefeitura, o que tem ajudado pessoas que, muitas vezes, têm dificuldades para descartar o produto.
O reaproveitamento do óleo vem sendo incentivado por meio de diversas ações educativas, promovidas em parceria com a sociedade civil. Só na rede municipal de ensino, 24 escolas mantêm postos de arrecadação, com recipientes de 50 litros para coletar óleo de cozinha usado. O incentivo aos alunos acontece por meio do projeto "De Olho no Óleo", uma parceria entre a Seduc (Secretaria de Educação) e a empresa Marim – Gerenciamento de Resíduos.
Como incentivo a quem traz o óleo de casa, serão distribuídas bicicletas para as escolas municipais que aderiram ao projeto e conseguiram arrecadar 500 litros. As escolas, por sua vez, sorteiam a bicicleta entre os alunos que levaram óleo em garrafas pet. O material arrecadado nas unidades municipais é encaminhado para uma fábrica na cidade de Piracicaba, onde é transformado em biodiesel e ração animal, entre outros produtos.
UM dos exemplos de sucesso, é a escola de educação especial Maria Carmelita Proost Villaça, na Ponta da Praia. Desde setembro do ano passado, a unidade já alcançou a meta de 500 litros. Ingrid Antonia Fortunato Joaquim, de 14 anos, leva para a escola cerca de seis litros de óleo em garrafas pet por mês. Além do óleo que junta dentro de casa, recolhe o material entre a vizinhança.
O aluno, Marcus Vinicius Calixto Afanili, de 15 anos, também participa da campanha. "Se o óleo fosse jogado fora pelo ralo, prejudicaria a natureza. Aqui, com o óleo, nós também fazemos sabão", explicou, ao citar a oficina de meio ambiente que é realizada na escola. O sabão produzido no local pelos alunos, sob orientação de uma professora, é utilizado para lavar as panelas na oficina de cozinha, realizada no local, vendido em bazares e distribuído aos alunos, como forma de incentivo aos pais a juntar óleo de cozinha.
OUTROS POSTOS
Postos de coleta também funcionam em espaços esportivos municipais. O Centro M. Nascimento Júnior (Rua João Fraccaroli s/n.°, Bom Retiro) arrecada ao mês até 120 litros, enquanto o Complexo Rebouças (Praça Eng. José Rebouças, Ponta da Praia), recolhe outros 230 mensais.
O óleo arrecadado nestes locais é entregue para a ONG Trevo, de São Paulo, em troca de produtos de limpeza, que servem para a manutenção desses equipamentos. Está previsto que, em breve, o Centro Esportivo da Zona Noroeste também comece a arrecadar óleo de cozinha, assim como o Posto 2, na praia. A coleta nas barracas de praia também é realizada pela ONG, que transforma esse material em sabão e ração para animais.
Quem conseguir juntar 30 litros de óleo usado, pode entrar em contato com a ONG Trevo pelos telefones (11) 3531-2116 e 6161-3867 ou pelo "site" www.trevo.org.br . Os responsáveis retiram o resíduo em toda a Baixada Santista. A empresa Marim (Av. Joaquim Montenegro, 531, telefone 3273-4438) também recolhe o produto.
Agências do Banco Real no Gonzaga (Av. Ana Costa, 185) e Ponta da Praia (Rua Alexandre Martins, 53) também contam com postos de arrecadação de óleo de cozinha, assim como o Núcleo Santos da Federação de Bandeirantes do Brasil, à Rua Jurubatuba, 157, na Ponta da Praia, que atende de segunda a sábado, das 15h às 17h.
DANOS
Cada litro de óleo despejado em pias ou vasos sanitários tem potencial para poluir um milhão de litros de água, o equivalente à quantidade que uma pessoa consome ao longo de 14 anos. Quando a gordura vai para a rede de esgoto, eleva o custo do sistema de tratamento dos resíduos. O óleo provoca ainda a impermeabilização do solo, contribuindo para as enchentes.
quarta-feira, 22 de abril de 2009
dia global do voluntariado jovem 2009 - Ação do Grupo B2 do Núcleo Santos

dia global do voluntariado jovem 2009 - Ação do Grupo B2 do Núcleo Santos
No próximo sábado, dia 25/04, o Grupo B2 do Núcleo Santos participará do dia global do voluntariado jovem. O Grupo estará participando do 2º Encontro de Jornalistas Ambientalistas que ocorrerá no Senac em Santos. O Grupo B2s foi convidado para distribuir sementes da Árvore Ipê Branco, árvore da Mata Atlântica, e assistir palestras sobre a Mata Atlântica com Turismólogo e um Biólogo. A ação do grupo consistirá em distribuir as sementes e sensibilizar as pessoas da comunidade a contribuirem para a redução do aquecimento global, da emissão de Gás carbono e com a proteção da Mata Atlântica através do Plantio dessas sementes.
Grupo B2 - Núcleo de Bandeirantes de Santos Andrea e Armando Lyra a coord. do Grupo
segunda-feira, 23 de março de 2009
Bandeirantes na era do GPS Como o movimento que completa 100 anos usa a tecnologia sem abrir mão da tradição Renata Cabral DE GERAÇÃO A GERAÇÃO Bandei
Bandeirantes na era do GPS Como o movimento que completa 100 anos usa a tecnologia sem abrir mão da tradição Renata Cabral DE GERAÇÃO A GERAÇÃO
Bandeirantes na era do GPS
Como o movimento que completa 100 anos usa a tecnologia sem abrir mão da tradição
Renata Cabral
DE GERAÇÃO A GERAÇÃO Laura, 74 anos, e Patrícia, 40 (à dir.), cultuam os ideais desde a infância
Embrenhados na mata, os bandeirantes seguem com mapa, bússola e cantil, exatamente como seus antepassados faziam há um século – mas, hoje, levam também aparelho de GPS, laptop, celulares e outras modernidades tecnológicas. Cem anos após a criação do movimento, em 1909, os jovens que ainda hoje seguem a doutrina continuam com uniforme impecável, uma disciplina quase militar, além de saudações, gritos e hinos do tempo da vovó. Mas, uma vez levantadas as barracas, correm para o computador, conversam entre si através de sites de relacionamento e, de vez em quando, têm o tocador de MP3 e o celular confiscados nos acampamentos. A tecnologia é permitida apenas se ajudar na organização e segurança do encontro. Isso vale para laptops, celulares e walk talkies levados pelos coordenadores. De resto, a ordem continua sendo viver de forma simples em meio à natureza, aprendendo valores de solidariedade e novas habilidades. O bandeirantismo mantém os mesmos princípios, porém hoje realiza encontros também pela internet e consegue unir os jovens que se espalham em 15 Estados.
“Uma vez bandeirante, sempre bandeirante”, brada a coordenadora internacional da Federação de Bandeirantes do Brasil, Maria Olinda Luz. Ao entrar no movimento, toda criança ou jovem de 6 a 21 anos – adultos são admitidos apenas na função de coordenação – fazem uma promessa: seguir para sempre o código de conduta do grupo. Ou seja, ser cordial, leal, amável, obediente, etc. Os sete mil integrantes que a federação estima participarem do movimento no País não chegam perto dos mais de 20 mil que representavam o auge do bandeirantismo na década de 60. Na época, apenas meninas eram aceitas, em geral vindas de famílias nobres das grandes cidades. Os meninos pertenciam ao movimento escoteiro, irmão do bandeirante, fundado pelo mesmo criador, o lorde inglês e major-general Robert Baden-Powell. Sua ideia era misturar técnicas militares a jogos e brincadeiras e criar uma nova forma de aprendizado. “Naquele grupo, nenhum homem mandava. Acampávamos e viajávamos sozinhas. E isso era delicioso”, lembra a escritora, crítica de literatura infanto-juvenil e bandeirante Laura Sandroni, 74 anos, para quem o bandeirantismo foi importante para a conquista dos direitos das mulheres. A partir de 1969, meninos passaram a ser permitidos, mas em muitos países, como Inglaterra e Estados Unidos, o movimento permanece exclusivamente feminino.
SINAL DOS TEMPOS Eles não acampam mais em locais públicos por medo da violência
Neta, filha e irmã de bandeirantes, a arquiteta Patrícia Silva, 40 anos, de São Paulo, passa para a filha a magia que aprendeu nos acampamentos. Marina, 9 anos, é bandeirante há três e adora armar barraca e dar nós. Para a mãe, um dos melhores ensinamentos aprendidos, entretanto, é o contrário do atual prazer de Marina – ela valoriza a sabedoria de quem desata nós na vida. “Aprendi que é possível encará- la como um grande jogo e ver obstáculos como desafios”, conta Patrícia. Hoje, a maior parte dos bandeirantes da geração de Marina vem das classes média ou baixa, muitos por conta dos projetos sociais que o grupo leva à frente. E o espírito aventureiro também ganhou um limite por conta da violência crescente nas grandes cidades. “Confesso que tive medo de deixá-lo sozinho no mato da primeira vez”, conta Kátia Pinheiro, mãe de Rafael, 17 anos, que entrou há nove para o movimento. “Me tranquilizei apenas quando fui buscá-lo e vi de perto a infraestrutura.”
O planejamento para um acampamento começa com cerca de cinco meses de antecedência. Por isso, em geral, eles ocorrem apenas duas vezes por ano. Um grupo de coordenadores e guias bandeirantes percorre toda a área que será utilizada, estudando a fauna e a flora do local, trilhas possíveis de serem feitas e a estrutura hospitalar da cidade mais próxima. No dia do evento, eles também levam celulares para se comunicarem com os pais e elegem um responsável que irá centralizar as informações do grupo, em caso de ausência momentânea de sinal. O GPS é usado como mais um recurso de segurança em grandes eventos. “Há anos não acampamos mais em lugares públicos por causa da violência”, explica Maria Olinda, da federação. Nestes locais, os grupos fazem apenas encontros diurnos, também cercados de adultos.
“Nossos princípios fundamentais são oferecer bases para os jovens faze rem boas escolhas no mundo moderno”, destaca Marta Arcocha, diretora- executiva do hemisfério ocidental da Associação Mundial de Bandeirantes. Em São Paulo, onde se concentra o maior número de participantes do mo vimento, o ensinamento de Baden-Powell se tornou até disciplina na escola municipal Olavo Pezotti. “Levamos nossa metodologia de educação, que resistiu ao tempo, para a sala de aula e o resultado tem sido bastante positivo, uma grata surpresa”, diz Cláudia Sintoni, presidente da Federação de Bandeirantes do Estado de São Paulo.
FOTOS: MURILLO CONSTANTINO, DANIELA DACORSO/AG. ISTOÉ
Postado por Grupo B2 - Movimento Bandeirante de Santos às 12:41
Bandeirantes na era do GPS
Como o movimento que completa 100 anos usa a tecnologia sem abrir mão da tradição
Renata Cabral
DE GERAÇÃO A GERAÇÃO Laura, 74 anos, e Patrícia, 40 (à dir.), cultuam os ideais desde a infância
Embrenhados na mata, os bandeirantes seguem com mapa, bússola e cantil, exatamente como seus antepassados faziam há um século – mas, hoje, levam também aparelho de GPS, laptop, celulares e outras modernidades tecnológicas. Cem anos após a criação do movimento, em 1909, os jovens que ainda hoje seguem a doutrina continuam com uniforme impecável, uma disciplina quase militar, além de saudações, gritos e hinos do tempo da vovó. Mas, uma vez levantadas as barracas, correm para o computador, conversam entre si através de sites de relacionamento e, de vez em quando, têm o tocador de MP3 e o celular confiscados nos acampamentos. A tecnologia é permitida apenas se ajudar na organização e segurança do encontro. Isso vale para laptops, celulares e walk talkies levados pelos coordenadores. De resto, a ordem continua sendo viver de forma simples em meio à natureza, aprendendo valores de solidariedade e novas habilidades. O bandeirantismo mantém os mesmos princípios, porém hoje realiza encontros também pela internet e consegue unir os jovens que se espalham em 15 Estados.
“Uma vez bandeirante, sempre bandeirante”, brada a coordenadora internacional da Federação de Bandeirantes do Brasil, Maria Olinda Luz. Ao entrar no movimento, toda criança ou jovem de 6 a 21 anos – adultos são admitidos apenas na função de coordenação – fazem uma promessa: seguir para sempre o código de conduta do grupo. Ou seja, ser cordial, leal, amável, obediente, etc. Os sete mil integrantes que a federação estima participarem do movimento no País não chegam perto dos mais de 20 mil que representavam o auge do bandeirantismo na década de 60. Na época, apenas meninas eram aceitas, em geral vindas de famílias nobres das grandes cidades. Os meninos pertenciam ao movimento escoteiro, irmão do bandeirante, fundado pelo mesmo criador, o lorde inglês e major-general Robert Baden-Powell. Sua ideia era misturar técnicas militares a jogos e brincadeiras e criar uma nova forma de aprendizado. “Naquele grupo, nenhum homem mandava. Acampávamos e viajávamos sozinhas. E isso era delicioso”, lembra a escritora, crítica de literatura infanto-juvenil e bandeirante Laura Sandroni, 74 anos, para quem o bandeirantismo foi importante para a conquista dos direitos das mulheres. A partir de 1969, meninos passaram a ser permitidos, mas em muitos países, como Inglaterra e Estados Unidos, o movimento permanece exclusivamente feminino.
SINAL DOS TEMPOS Eles não acampam mais em locais públicos por medo da violência
Neta, filha e irmã de bandeirantes, a arquiteta Patrícia Silva, 40 anos, de São Paulo, passa para a filha a magia que aprendeu nos acampamentos. Marina, 9 anos, é bandeirante há três e adora armar barraca e dar nós. Para a mãe, um dos melhores ensinamentos aprendidos, entretanto, é o contrário do atual prazer de Marina – ela valoriza a sabedoria de quem desata nós na vida. “Aprendi que é possível encará- la como um grande jogo e ver obstáculos como desafios”, conta Patrícia. Hoje, a maior parte dos bandeirantes da geração de Marina vem das classes média ou baixa, muitos por conta dos projetos sociais que o grupo leva à frente. E o espírito aventureiro também ganhou um limite por conta da violência crescente nas grandes cidades. “Confesso que tive medo de deixá-lo sozinho no mato da primeira vez”, conta Kátia Pinheiro, mãe de Rafael, 17 anos, que entrou há nove para o movimento. “Me tranquilizei apenas quando fui buscá-lo e vi de perto a infraestrutura.”
O planejamento para um acampamento começa com cerca de cinco meses de antecedência. Por isso, em geral, eles ocorrem apenas duas vezes por ano. Um grupo de coordenadores e guias bandeirantes percorre toda a área que será utilizada, estudando a fauna e a flora do local, trilhas possíveis de serem feitas e a estrutura hospitalar da cidade mais próxima. No dia do evento, eles também levam celulares para se comunicarem com os pais e elegem um responsável que irá centralizar as informações do grupo, em caso de ausência momentânea de sinal. O GPS é usado como mais um recurso de segurança em grandes eventos. “Há anos não acampamos mais em lugares públicos por causa da violência”, explica Maria Olinda, da federação. Nestes locais, os grupos fazem apenas encontros diurnos, também cercados de adultos.
“Nossos princípios fundamentais são oferecer bases para os jovens faze rem boas escolhas no mundo moderno”, destaca Marta Arcocha, diretora- executiva do hemisfério ocidental da Associação Mundial de Bandeirantes. Em São Paulo, onde se concentra o maior número de participantes do mo vimento, o ensinamento de Baden-Powell se tornou até disciplina na escola municipal Olavo Pezotti. “Levamos nossa metodologia de educação, que resistiu ao tempo, para a sala de aula e o resultado tem sido bastante positivo, uma grata surpresa”, diz Cláudia Sintoni, presidente da Federação de Bandeirantes do Estado de São Paulo.
FOTOS: MURILLO CONSTANTINO, DANIELA DACORSO/AG. ISTOÉ
Postado por Grupo B2 - Movimento Bandeirante de Santos às 12:41
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Bandeirantes na era do GPS
terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
segunda-feira, 19 de janeiro de 2009
A Importância dos Movimentos Escoteiro e Bandeirante - Líderes Escoteiros Famosos no Mundo ... A Importância dos Movimentos Escoteiro e Bandeirante
[red] A Importância dos Movimentos Escoteiro e Bandeirante -
Líderes Escoteiros Famosos no Mundo ... A Importância dos Movimentos Escoteiro e Bandeirante -
Líderes Escoteiros Famosos no Mundo ... Barack Obama é o mais novo dessa lista !
Barack Obama fez história ao tornar-se o primeiro presidente negro dos Estados Unidos.
O que você provavelmente sequer imagina é que ele é o último de uma longa linhagem de pessoas talentosas que desenvolveram algumas das suas competências através Escotismo.
Juntamente com Tony Blair, Natasha Kaplinsky, Harrison Ford, Richard Branson, Paul McCartney e Ainsley Harriot, Obama é um dos muitos escoteiros do mundo que desenvolveram seus potenciais através da aplicação do Método de Baden-Powell, fundador do movimento bandeirante e escoteiro.
Ele é o oitavo Presidente Americano que foi escoteiro. Obama começou no escotismo quando sua família se mudou de sua terra natal do Havaí para a Indonésia, onde ingressou Gerakan Pramuka, a Associação Escoteira da Indonésia.
Rully Dasaad, um amigo de infância de Obama nos conta um pouco desse história: "Ele era um bom garoto escoteiro, nós entramos para o escotismo juntos e foi lá que aprendemos a usar corda para a construção de um acampamento, de uma barraca, a fazer escalada e a fazer muitas outras coisas" ... »
Obama deixou o escoteiros da indonésia em 1972, quando sua família se mudou para o Havaí e o resto de sua história todos já conhecem !
Líderes Escoteiros Famosos no Mundo ... A Importância dos Movimentos Escoteiro e Bandeirante -
Líderes Escoteiros Famosos no Mundo ... Barack Obama é o mais novo dessa lista !
Barack Obama fez história ao tornar-se o primeiro presidente negro dos Estados Unidos.
O que você provavelmente sequer imagina é que ele é o último de uma longa linhagem de pessoas talentosas que desenvolveram algumas das suas competências através Escotismo.
Juntamente com Tony Blair, Natasha Kaplinsky, Harrison Ford, Richard Branson, Paul McCartney e Ainsley Harriot, Obama é um dos muitos escoteiros do mundo que desenvolveram seus potenciais através da aplicação do Método de Baden-Powell, fundador do movimento bandeirante e escoteiro.
Ele é o oitavo Presidente Americano que foi escoteiro. Obama começou no escotismo quando sua família se mudou de sua terra natal do Havaí para a Indonésia, onde ingressou Gerakan Pramuka, a Associação Escoteira da Indonésia.
Rully Dasaad, um amigo de infância de Obama nos conta um pouco desse história: "Ele era um bom garoto escoteiro, nós entramos para o escotismo juntos e foi lá que aprendemos a usar corda para a construção de um acampamento, de uma barraca, a fazer escalada e a fazer muitas outras coisas" ... »
Obama deixou o escoteiros da indonésia em 1972, quando sua família se mudou para o Havaí e o resto de sua história todos já conhecem !
sexta-feira, 12 de dezembro de 2008
Ações simples que podem ajudar a mudar o mundo
:: Depoimento Completo
Apresente-se: Meu nome é Andrea Mendes Lyra, nascida em Santos, em 06/08/1974. Nasci em família de imigrantes portugueses que tiveram que deixar suas terras em Portugal após a fome que se abateu sobre a Europa durante e depois da 2ª Guerra Mundial. Meus bisavós eram agricultores da zona rural e tiveram toda a sua colheita confiscada pelo governo ante a guerra e o fim da guerra. Minha mãe e sua família passaram fome no Brasil, mas conseguiram depois de muito trabalho construir uma vida com dignidade. Quando nasci, a família já estava com emprego e já tinha imóvel pelo financiamento do plano de habitação do governo federal. Fui criada em Santos, em bairro de classe média, e estudei em escolas públicas até a 8ª série. Conte sobre a sua infância/adolescência Os fatos mais marcantes na minha vida foram os relatados pela minha genitora e minha avó paterna sobre a dificuldade finaceira que enfrentaram, especialmente os relatos da família de minha mãe. Ela sempre nos dizia que nós tínhamos que agradecer a boa vida e saber dar valor até às pequenas coisas que tínhamos. Ela nos relatava com o maior orgulho que numa determinada época, ela e sua mãe foram abandonadas pelo pai e vieram a passar muita fome, apesar de muito trabalharem e viverem no campo trabalhando em colheitas. Ela nos contava que, num determinado dia, a fome era tanta, tanta, que ao verem uma senhora jogando arroz no lixo não tiveram dúvidas e, após essa pessoa sair de perto, lá foram comer e chegaram a matar a fome. Ela sempre nos contava tal drama e sofrimento com muito orgulho de ter conseguido dar a volta por cima e ter conseguido superar todas as adversidades trabalhando de forma honesta e acreditando num dia melhor. Essa dura realidade serviu para fortalecer a sua família e torná-los mais fortes e, ao mesmo tempo, mais solidários! Essa é a maior lição que tive em minha vida... que as dificuldades não são mais fortes do que nós, que podemos sempre nos superar e, se acreditarmos em nós e trabalharmos de forma honesta e com persistência, um dia chegaremos mais longe do que sequer podemos sonhar quando estamos em dificuldades! A minha escola também deixou muito boas recordações e, apesar de ser pública, a Escola Lourdes Ortiz, em Santos, era um exemplo e tinha ótimos professores, que amavam o que faziam! Suas primeiras idéias Apesar de ter crescido em ambiente muito bom, se comparado com a realidade da maioria dos brasileiros, sempre tive em mente as dificuldades que meus pais enfrentaram e como tal sofrimento deixou sequelas neles, isto apesar de terem conseguido virar o tabuleiro da vida. Sempre que nos deparávamos com a realidade dos menos favorecidos, eu me lembrava que meus pais e avós já sofreram algo semelhante. Fiz parte de grupo de jovens, mocidade, desde cedo. Depois, entrei para o movimento bandeirante e o sentimento de mudar o mundo tornou-se mais viável, mais concreto e eu passei a perceber que não é preciso muito para que o mundo se torne um local melhor e que qualquer um pode, da sua forma, ser o agente mutiplicador de idéias e de ações que ajudem a transformar as pessoas e as realidades sociais a sua volta. No Movimento Bandeirante aprendemos que todos temos um potencial e que ele deve ser descoberto e que para tanto só é preciso fazer! O método utilizado pelo movimento bandeirante é o aprender fazendo. A missão do movimento é desenvolver crianças e jovens e torná-los líderes pró-ativos em favor da comunidade. Nosso trabalho é através do ensino de valores morais de forma lúdica. Conte a sua história de mudança social Em 2007, voltei a ser ativa no Movimento Bandeirante, pois fui compelida a me afastar em função dos estudos universitários e das dificuldades do início de carreira e de casamento. Apesar do afastamento, continuei com a mesma necessidade de ajudar as pessoas e de encontrar meios de fazer o mundo um local um pouco melhor. O que ocorre é que, por uma série de razões, em termos de voluntariado, é muito mais difícil o trabalho solitário, em carreira solo. O pouco que conseguimos realizar se torna a custa de muito sacrifício pessoal. Ao retornar ao grupo e, com a vantagem do trabalho em equipe, constatei que poderíamos trabalhar na área de educação ambiental, uma vez que em nossa cidade, apesar de ser uma estância turística dotada de recursos naturais, não possuía política de incentivo a reciclagem de óleo de cozinha. Vivemos em área de preservação ambiental, Costa da Mata Atlântica, sendo que esta floresta é a que possui maior riqueza e biodiversidade ambiental. Que os manguezais são um ecosistema riquíssimo de vida e que é o responsável em manter as águas do mar dentro do limite da praia. Esse óleo despejado normalmente nas pias de cozinha vai para as caixas de gordura. Ao receber tratamento, esse material recebe muita química e depois é despejado no meio ambiente. Esses resíduos químicos agridem o meio ambiente, penetram no solo alterando o seu equilíbrio e atingem os manancias de água doce e salgada. Nas águas, esse material poluente diminui a concentração de oxigênio da água provocando o aumento da morte de peixes e espécies marinhas. A pesca ainda é um meio de vida para muitos pequenos pescadores de nossa região e é uma atividade comercial que também gera muitos empregos direitos e indiretos. Além disso, aumenta a poluição do meio ambiente e concorre para o super aquecimento do planeta. Como a reciclagem tem sido uma forma barata e simples de promover a subsistência de diversas famílias, antes desempregadas, pensamos em iniciar uma campanha de educação ambiental e atingir a comunidade local. Percebemos que muitas pessoas já fazia a separação do óleo, mas que o guardavam esperando que alguém ou o governo viesse buscar. Fechamos uma parceria com duas empresas de SP e região que faziam a reciclagem de óleo de cozinha e passamos a ser simplesmente Ponto de Coleta para essas empresas e de entrega para à comunidade. Todo óleo de cozinha é doado para as empresas que o transformam em biodiesel e sabão e que geram empregados. Iniciamos a Campanha: "Na pia nem Pensar, óleo de cozinha é para reciclar". A campanha se tornou um sucesso e conseguimos, desde então, evitar que milhares de litros de óleo fossem parar no meio ambiente. Quando jogado diretamente na pia ou no vaso sanitário, além de ir parar diretamente nos rios e nos mares, o óleo pode entupir as tubulações. Cada litro de óleo contamina até 20 mil litros de água. São fatores que encarecem o tratamento da água para o consumo humano e contribuem para o esgotamento dos recursos hídricos potáveis. No início foi muito difícil, pois não conseguíamos divulgar o projeto em jornais e meios de comunicação. Depois jornalistas ambientalistas passaram a divulgar em seus blogs e posteriormente a mídia local passou a divulgar a campanha. Alguns meses depois, o Banco Real passou a ter ponto de coleta de óleo nas suas agências de Santos. Conseguimos divulgar a campanha até na TV local e hoje já possui projeto semelhante do jornal local mais importante, no qual ele incentiva às escolas a serem ponto de coleta de óleo através de gincana e prêmio no final. Em agosto, recebemos uma grata surpresa. Recebemos um prêmio internacional de reconhecimento pelo mérito no desenvolvimento de Projetos em favor da comunidade - Prêmio Olave Baden Powell, o qual muito nos alegrou ! Os maiores desafios foram conseguir convencer a imprensa local a divulgar o projeto, em conseguir novos pontos de coleta atráves de parcerias com empresas e setores da administração pública. Os empresários não tinham interesse porque não teriam lucro ou retorno financeiro, só social. Uma das nossas maiores dificuldades foi, sem sombra de dúvida, conseguir que as empresas tivessem interesse em vir até Santos para coletar no início pouco óleo, pois, na região não tinhamos empresas ou cooperativas que fizessem essa reciclagem. A despesas para virem a Santos buscar o óleo é alta, isto em razão do pedágio e do gasto com motorista e combustível. Outra dificuldade incrível foi conseguir a divulgação, isto apesar de sermos uma ONG, sem fins lucrativos. Enviamos solicitação a diversas entidades locais, aos órgãos públicos, às câmeras de lojistas da região metropolitana, aos meios de comunicação... Enfim, nós não tivemos patrocínio nem para a divulgação do projeto social. Somente após alguns meses, uma jornalista e ambientalista da região, através do nosso perfil institucional no Orkut, tomou ciência da campanha e passou a divulgar entre seus amigos e a inserir em seu blog. Ela, como jornalista, nos auxiliou e passamos a conseguir a publicação na coluna agenda cidadã do jornal local. Portanto, imprescindível inicialmente foi a parceria entre empresa de reciclagem e o movimento Bandeirante de Santos. Em seguida, mas igualmente imprescindível, foi o auxílio dessa jornalista e de outros anônimos que acreditaram em nosso ideal e passaram a não despejar mais seu óleo na pia ou no lixo e o levaram até nossa sede ou nossos pontos de coleta. Conte sobre as mudanças que sua idéia provocou Os resultados da proposta foram a conscientização da comunidade local de que é possível, com hábitos simples e do dia-a-dia, contribuirmos para a melhoria do mundo e do meio ambiente que nos cerca. Conseguimos incutir na mente das pessoas que todos nós somos cidadãos do planeta e que somos responsáveis pela defesa do meio ambiente. Nossos bandeirantes, que têm de 05 a 21 anos, passaram a ser responsáveis por darem um fim útil e ecologicamente correto ao óleo da batatinha frita que tanto gostam. Eles passaram a ser agentes do meio ambiente e passaram a trazer o óleo do parentes e vizinhos. Viraram até fiscais do meio ambiente, na medida em que brigavam com seus pais quando os mesmos, por esquecimento ou falta de hábito, jogavam óleo na pia da cozinha. Nós não esperávamos atingir tantas pessoas! Conseguimos ponto de coleta de óleo até fora de Santos, em Cubatão, cidade da região metropolitana, que possui unidade de conservação florestal, o Parque Estadual da serra do Mar. Depois do nosso trabalho pioneiro, o Banco Real trouxe a coleta de óleo para as agências em Santos em parceria com uma empresa que o transforma em BioDiesel. O volume de óleo aumenta cada vez mais e nos é muito prazeroso notarmos que cada dia mais pessoas nos trazem seus recipientes cheios de óleo e que estão felizes por estarem contribuindo, de alguma maneira, para melhorarem um pouquinho que seja o mundo. Esse compromentimento da comunidade nos deixa alegres e confiantes de que nosso povo é predisposto ao voluntariado e só não faz mais porque não encontra mais espaço e oportunidade. Esse projeto nos trouxe um novo parceiro, que é a Associação Beneficiente de Catadores da Baixada Santista, que hoje reume 55 moradores de rua. Eles reciclam papel e outros materiais, exceto óleo. Então, aumentamos nossa campanha e agora o papel e demais materiais doados pela comunidade é doado a Associação de Catadores que tem sede em Cubatão. O lixo limpo é muito útil se reciclado e pode ser a solução de parte de nossos problemas socio-ambientais, uma vez que resgata das ruas pessoas não incluídas na sociedade e lhes dá trabalho e dignidade. Esse lixo deixa de poluir o meio ambiente e gera mais qualidade de vida a todos e mais empregos. O fator mais relevante na minha vida gerado pelo projeto e pela minha iniciativa foi ver o meu marido se tornar mais um voluntário, dedicado e que acredita no poder da boa ação e no serviço em favor do próximo! Ele agora está motivado, trabalhando no nosso novo projeto de inclusão social - inglês comunitário. Ele não teve uma infância ou adolescência como a minha, não fez parte de grupos ou organizações que incentivem o voluntariado e só não fazia porque não acreditava em seu potencial! Esse projeto despertou pessoas, empresas, entidades e organizações civis para a necessidade de mudar nossos hábitos em favor do meio ambiente e que basta isso para estarmos contribuindo para a melhoria do mundo e do meio ambiente. Esse projeto despertou novos voluntários e novos agentes adormecidos em favor da comunidade. Conte sobre o potencial de mudança de sua idéia Esse projeto despertou pessoas, empresas, entidades e organizações civis para a necessidade de mudar nossos hábitos em favor do meio ambiente. Mudou a mentalidade local. Esse projeto despertou novos voluntários e novos agentes adormecidos em favor da comunidade e do meio ambiente. A reciclagem de óleo cresceu muito em nossa região após um ano do início do nosso trabalho. Milhares de litros de água foram poupados e milhares de animais aquáticos e seus sucessores na cadeia alimentar. Adquirimos novos voluntários importantíssimos. A associação de catadores e um professor de inglês voluntário, que está ministrando aulas de inglês em nosso novo Projeto social - Inclusão Social - Inglês comunitário. O maior jornal local este ano alterou o foco do projeto de lixo no lixo e iniciou campanha junto com as escolas de reciclagem de óleo! Esse projeto terá seu ápice no momento em que as cooperativas de catadores da região conseguirem o maquinário para processar e beneficiar esse óleo e tal material contribuir para o desenvolvimento sustentável desses cidadãos antes marginalizados socialmente. O ideal seria que as prefeituras se preocupassem com a coleta desse material, montassem uma fábrica para a comunidade e doasse o óleo e o lixo limpo para as cooperativas, oferecendo renda e inclusão a população da região. Eu me sinto como uma agente dessa mudança porque idealizei, implantei e coordenei esse projeto social com o auxílio do Movimento Bandeirante, que doou a sede para a coleta, com o auxílio de pessoas e empresas que firmei parceria e que convenci sobre a importância da educação ambiental, do exemplo. Eu tive que lutar para a sua implantação até mesmo dentro da minha instituição, que o tinha como simples demais, com pouca viabilidade de sucesso e com pouco retorno social. Eu fui a percursora na minha região. Realmente o projeto é simples, barato e sem retorno direto financeiro ou social, só ambiental. Senti a necessidade, vi a carência de empresas na região, encontrei as empresas de reciclagem de óleo de SP dispostas a acreditar na região e no crescimento da coleta. Eu promovi o encontro da comunidade, divulguei a necessidade do meio ambiente e disponibilizei um local para entrega do óleo. Assim que as bombonas de 50 litros estavam cheias, ligava para as empresas e elas vinham buscar o material. É realmente só isso a minha parte! A maior contribuição foi a da população que acreditou na idéia e passou a se onerar para levar o óleo até nossos pontos de coleta. Por isso, me considero agente da mudança comportamental em face do meio ambiente. Conte outras histórias.
continua ...
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Apresente-se: Meu nome é Andrea Mendes Lyra, nascida em Santos, em 06/08/1974. Nasci em família de imigrantes portugueses que tiveram que deixar suas terras em Portugal após a fome que se abateu sobre a Europa durante e depois da 2ª Guerra Mundial. Meus bisavós eram agricultores da zona rural e tiveram toda a sua colheita confiscada pelo governo ante a guerra e o fim da guerra. Minha mãe e sua família passaram fome no Brasil, mas conseguiram depois de muito trabalho construir uma vida com dignidade. Quando nasci, a família já estava com emprego e já tinha imóvel pelo financiamento do plano de habitação do governo federal. Fui criada em Santos, em bairro de classe média, e estudei em escolas públicas até a 8ª série. Conte sobre a sua infância/adolescência Os fatos mais marcantes na minha vida foram os relatados pela minha genitora e minha avó paterna sobre a dificuldade finaceira que enfrentaram, especialmente os relatos da família de minha mãe. Ela sempre nos dizia que nós tínhamos que agradecer a boa vida e saber dar valor até às pequenas coisas que tínhamos. Ela nos relatava com o maior orgulho que numa determinada época, ela e sua mãe foram abandonadas pelo pai e vieram a passar muita fome, apesar de muito trabalharem e viverem no campo trabalhando em colheitas. Ela nos contava que, num determinado dia, a fome era tanta, tanta, que ao verem uma senhora jogando arroz no lixo não tiveram dúvidas e, após essa pessoa sair de perto, lá foram comer e chegaram a matar a fome. Ela sempre nos contava tal drama e sofrimento com muito orgulho de ter conseguido dar a volta por cima e ter conseguido superar todas as adversidades trabalhando de forma honesta e acreditando num dia melhor. Essa dura realidade serviu para fortalecer a sua família e torná-los mais fortes e, ao mesmo tempo, mais solidários! Essa é a maior lição que tive em minha vida... que as dificuldades não são mais fortes do que nós, que podemos sempre nos superar e, se acreditarmos em nós e trabalharmos de forma honesta e com persistência, um dia chegaremos mais longe do que sequer podemos sonhar quando estamos em dificuldades! A minha escola também deixou muito boas recordações e, apesar de ser pública, a Escola Lourdes Ortiz, em Santos, era um exemplo e tinha ótimos professores, que amavam o que faziam! Suas primeiras idéias Apesar de ter crescido em ambiente muito bom, se comparado com a realidade da maioria dos brasileiros, sempre tive em mente as dificuldades que meus pais enfrentaram e como tal sofrimento deixou sequelas neles, isto apesar de terem conseguido virar o tabuleiro da vida. Sempre que nos deparávamos com a realidade dos menos favorecidos, eu me lembrava que meus pais e avós já sofreram algo semelhante. Fiz parte de grupo de jovens, mocidade, desde cedo. Depois, entrei para o movimento bandeirante e o sentimento de mudar o mundo tornou-se mais viável, mais concreto e eu passei a perceber que não é preciso muito para que o mundo se torne um local melhor e que qualquer um pode, da sua forma, ser o agente mutiplicador de idéias e de ações que ajudem a transformar as pessoas e as realidades sociais a sua volta. No Movimento Bandeirante aprendemos que todos temos um potencial e que ele deve ser descoberto e que para tanto só é preciso fazer! O método utilizado pelo movimento bandeirante é o aprender fazendo. A missão do movimento é desenvolver crianças e jovens e torná-los líderes pró-ativos em favor da comunidade. Nosso trabalho é através do ensino de valores morais de forma lúdica. Conte a sua história de mudança social Em 2007, voltei a ser ativa no Movimento Bandeirante, pois fui compelida a me afastar em função dos estudos universitários e das dificuldades do início de carreira e de casamento. Apesar do afastamento, continuei com a mesma necessidade de ajudar as pessoas e de encontrar meios de fazer o mundo um local um pouco melhor. O que ocorre é que, por uma série de razões, em termos de voluntariado, é muito mais difícil o trabalho solitário, em carreira solo. O pouco que conseguimos realizar se torna a custa de muito sacrifício pessoal. Ao retornar ao grupo e, com a vantagem do trabalho em equipe, constatei que poderíamos trabalhar na área de educação ambiental, uma vez que em nossa cidade, apesar de ser uma estância turística dotada de recursos naturais, não possuía política de incentivo a reciclagem de óleo de cozinha. Vivemos em área de preservação ambiental, Costa da Mata Atlântica, sendo que esta floresta é a que possui maior riqueza e biodiversidade ambiental. Que os manguezais são um ecosistema riquíssimo de vida e que é o responsável em manter as águas do mar dentro do limite da praia. Esse óleo despejado normalmente nas pias de cozinha vai para as caixas de gordura. Ao receber tratamento, esse material recebe muita química e depois é despejado no meio ambiente. Esses resíduos químicos agridem o meio ambiente, penetram no solo alterando o seu equilíbrio e atingem os manancias de água doce e salgada. Nas águas, esse material poluente diminui a concentração de oxigênio da água provocando o aumento da morte de peixes e espécies marinhas. A pesca ainda é um meio de vida para muitos pequenos pescadores de nossa região e é uma atividade comercial que também gera muitos empregos direitos e indiretos. Além disso, aumenta a poluição do meio ambiente e concorre para o super aquecimento do planeta. Como a reciclagem tem sido uma forma barata e simples de promover a subsistência de diversas famílias, antes desempregadas, pensamos em iniciar uma campanha de educação ambiental e atingir a comunidade local. Percebemos que muitas pessoas já fazia a separação do óleo, mas que o guardavam esperando que alguém ou o governo viesse buscar. Fechamos uma parceria com duas empresas de SP e região que faziam a reciclagem de óleo de cozinha e passamos a ser simplesmente Ponto de Coleta para essas empresas e de entrega para à comunidade. Todo óleo de cozinha é doado para as empresas que o transformam em biodiesel e sabão e que geram empregados. Iniciamos a Campanha: "Na pia nem Pensar, óleo de cozinha é para reciclar". A campanha se tornou um sucesso e conseguimos, desde então, evitar que milhares de litros de óleo fossem parar no meio ambiente. Quando jogado diretamente na pia ou no vaso sanitário, além de ir parar diretamente nos rios e nos mares, o óleo pode entupir as tubulações. Cada litro de óleo contamina até 20 mil litros de água. São fatores que encarecem o tratamento da água para o consumo humano e contribuem para o esgotamento dos recursos hídricos potáveis. No início foi muito difícil, pois não conseguíamos divulgar o projeto em jornais e meios de comunicação. Depois jornalistas ambientalistas passaram a divulgar em seus blogs e posteriormente a mídia local passou a divulgar a campanha. Alguns meses depois, o Banco Real passou a ter ponto de coleta de óleo nas suas agências de Santos. Conseguimos divulgar a campanha até na TV local e hoje já possui projeto semelhante do jornal local mais importante, no qual ele incentiva às escolas a serem ponto de coleta de óleo através de gincana e prêmio no final. Em agosto, recebemos uma grata surpresa. Recebemos um prêmio internacional de reconhecimento pelo mérito no desenvolvimento de Projetos em favor da comunidade - Prêmio Olave Baden Powell, o qual muito nos alegrou ! Os maiores desafios foram conseguir convencer a imprensa local a divulgar o projeto, em conseguir novos pontos de coleta atráves de parcerias com empresas e setores da administração pública. Os empresários não tinham interesse porque não teriam lucro ou retorno financeiro, só social. Uma das nossas maiores dificuldades foi, sem sombra de dúvida, conseguir que as empresas tivessem interesse em vir até Santos para coletar no início pouco óleo, pois, na região não tinhamos empresas ou cooperativas que fizessem essa reciclagem. A despesas para virem a Santos buscar o óleo é alta, isto em razão do pedágio e do gasto com motorista e combustível. Outra dificuldade incrível foi conseguir a divulgação, isto apesar de sermos uma ONG, sem fins lucrativos. Enviamos solicitação a diversas entidades locais, aos órgãos públicos, às câmeras de lojistas da região metropolitana, aos meios de comunicação... Enfim, nós não tivemos patrocínio nem para a divulgação do projeto social. Somente após alguns meses, uma jornalista e ambientalista da região, através do nosso perfil institucional no Orkut, tomou ciência da campanha e passou a divulgar entre seus amigos e a inserir em seu blog. Ela, como jornalista, nos auxiliou e passamos a conseguir a publicação na coluna agenda cidadã do jornal local. Portanto, imprescindível inicialmente foi a parceria entre empresa de reciclagem e o movimento Bandeirante de Santos. Em seguida, mas igualmente imprescindível, foi o auxílio dessa jornalista e de outros anônimos que acreditaram em nosso ideal e passaram a não despejar mais seu óleo na pia ou no lixo e o levaram até nossa sede ou nossos pontos de coleta. Conte sobre as mudanças que sua idéia provocou Os resultados da proposta foram a conscientização da comunidade local de que é possível, com hábitos simples e do dia-a-dia, contribuirmos para a melhoria do mundo e do meio ambiente que nos cerca. Conseguimos incutir na mente das pessoas que todos nós somos cidadãos do planeta e que somos responsáveis pela defesa do meio ambiente. Nossos bandeirantes, que têm de 05 a 21 anos, passaram a ser responsáveis por darem um fim útil e ecologicamente correto ao óleo da batatinha frita que tanto gostam. Eles passaram a ser agentes do meio ambiente e passaram a trazer o óleo do parentes e vizinhos. Viraram até fiscais do meio ambiente, na medida em que brigavam com seus pais quando os mesmos, por esquecimento ou falta de hábito, jogavam óleo na pia da cozinha. Nós não esperávamos atingir tantas pessoas! Conseguimos ponto de coleta de óleo até fora de Santos, em Cubatão, cidade da região metropolitana, que possui unidade de conservação florestal, o Parque Estadual da serra do Mar. Depois do nosso trabalho pioneiro, o Banco Real trouxe a coleta de óleo para as agências em Santos em parceria com uma empresa que o transforma em BioDiesel. O volume de óleo aumenta cada vez mais e nos é muito prazeroso notarmos que cada dia mais pessoas nos trazem seus recipientes cheios de óleo e que estão felizes por estarem contribuindo, de alguma maneira, para melhorarem um pouquinho que seja o mundo. Esse compromentimento da comunidade nos deixa alegres e confiantes de que nosso povo é predisposto ao voluntariado e só não faz mais porque não encontra mais espaço e oportunidade. Esse projeto nos trouxe um novo parceiro, que é a Associação Beneficiente de Catadores da Baixada Santista, que hoje reume 55 moradores de rua. Eles reciclam papel e outros materiais, exceto óleo. Então, aumentamos nossa campanha e agora o papel e demais materiais doados pela comunidade é doado a Associação de Catadores que tem sede em Cubatão. O lixo limpo é muito útil se reciclado e pode ser a solução de parte de nossos problemas socio-ambientais, uma vez que resgata das ruas pessoas não incluídas na sociedade e lhes dá trabalho e dignidade. Esse lixo deixa de poluir o meio ambiente e gera mais qualidade de vida a todos e mais empregos. O fator mais relevante na minha vida gerado pelo projeto e pela minha iniciativa foi ver o meu marido se tornar mais um voluntário, dedicado e que acredita no poder da boa ação e no serviço em favor do próximo! Ele agora está motivado, trabalhando no nosso novo projeto de inclusão social - inglês comunitário. Ele não teve uma infância ou adolescência como a minha, não fez parte de grupos ou organizações que incentivem o voluntariado e só não fazia porque não acreditava em seu potencial! Esse projeto despertou pessoas, empresas, entidades e organizações civis para a necessidade de mudar nossos hábitos em favor do meio ambiente e que basta isso para estarmos contribuindo para a melhoria do mundo e do meio ambiente. Esse projeto despertou novos voluntários e novos agentes adormecidos em favor da comunidade. Conte sobre o potencial de mudança de sua idéia Esse projeto despertou pessoas, empresas, entidades e organizações civis para a necessidade de mudar nossos hábitos em favor do meio ambiente. Mudou a mentalidade local. Esse projeto despertou novos voluntários e novos agentes adormecidos em favor da comunidade e do meio ambiente. A reciclagem de óleo cresceu muito em nossa região após um ano do início do nosso trabalho. Milhares de litros de água foram poupados e milhares de animais aquáticos e seus sucessores na cadeia alimentar. Adquirimos novos voluntários importantíssimos. A associação de catadores e um professor de inglês voluntário, que está ministrando aulas de inglês em nosso novo Projeto social - Inclusão Social - Inglês comunitário. O maior jornal local este ano alterou o foco do projeto de lixo no lixo e iniciou campanha junto com as escolas de reciclagem de óleo! Esse projeto terá seu ápice no momento em que as cooperativas de catadores da região conseguirem o maquinário para processar e beneficiar esse óleo e tal material contribuir para o desenvolvimento sustentável desses cidadãos antes marginalizados socialmente. O ideal seria que as prefeituras se preocupassem com a coleta desse material, montassem uma fábrica para a comunidade e doasse o óleo e o lixo limpo para as cooperativas, oferecendo renda e inclusão a população da região. Eu me sinto como uma agente dessa mudança porque idealizei, implantei e coordenei esse projeto social com o auxílio do Movimento Bandeirante, que doou a sede para a coleta, com o auxílio de pessoas e empresas que firmei parceria e que convenci sobre a importância da educação ambiental, do exemplo. Eu tive que lutar para a sua implantação até mesmo dentro da minha instituição, que o tinha como simples demais, com pouca viabilidade de sucesso e com pouco retorno social. Eu fui a percursora na minha região. Realmente o projeto é simples, barato e sem retorno direto financeiro ou social, só ambiental. Senti a necessidade, vi a carência de empresas na região, encontrei as empresas de reciclagem de óleo de SP dispostas a acreditar na região e no crescimento da coleta. Eu promovi o encontro da comunidade, divulguei a necessidade do meio ambiente e disponibilizei um local para entrega do óleo. Assim que as bombonas de 50 litros estavam cheias, ligava para as empresas e elas vinham buscar o material. É realmente só isso a minha parte! A maior contribuição foi a da população que acreditou na idéia e passou a se onerar para levar o óleo até nossos pontos de coleta. Por isso, me considero agente da mudança comportamental em face do meio ambiente. Conte outras histórias.
continua ...
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quinta-feira, 20 de novembro de 2008
quarta-feira, 10 de setembro de 2008
Seja um lutador, um guerreiro! Sempre! Vá em busca dos sonhos e não desista
Seja um lutador, um guerreiro! Sempre! Vá em busca dos sonhos e não desista nunca!Sim, porque quando uma porta se fecha, outra se abre! E deve estar acontecendo isso com você neste exato momento.Força! Coragem! Tenha fé! Principalmente nesse tempo de tantas transformações e novidades. Faça renovar todas as suas esperanças porque agora é tempo disso, tá? Escancare as portas do seu coração! Permita que o amor tome conta de sua vida!Nunca esqueça que o que você faz todos os dias demonstra a pessoa que você é! Observe mais o que está produzindo, o que está falando, o que está colhendo. Você está vivo, cara! Ponha a mão no seu peito e sinta as batidas do seu coração. Um dia ele vai parar. Por isso, viva o que tem que viver agora. E viva bem aproveitando a cada instante e não desperdice nenhum segundo.Sempre é preciso assimilar as derrotas e aproveitar os ensinamentos delas. Mas saboreie as suas vitórias e as suas conquistas também! Veja quanta coisa você já conseguiu! Sinta-se poderoso, bonito, cheio de recursos porque você é um vencedor, mais do que isso: um merecedor!Siga o seu próprio caminho! Escreva você mesmo, e bem, a sua história! E mesmo que cometa alguns erros, siga em frente. A vida é a mais bela das aventuras e lhe foi dada por amor. Você merece tudo isso! Você merece estar aqui!Aumente a sua fé e a sua confiança no que está por vir. Uma nova porta se abre agora para você! E embora se aflija pelo que perdeu, saiba que um bem maior virá!Tudo de bom! Que Deus te abençõe!"Você nasceu para ser grande por dentro, na vida, na emoção e principalmente no amor"Esta mensagem foi enviada por André Luiz Souza
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domingo, 24 de agosto de 2008
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Movimento Bandeirante em Santos, SP !!
FEDERACAO BANDEIRANTES BRASIL - NÚCLEO DE SANTOS - RUA JURUBATUBA, 157 - PONTA DA PRAIA SANTOS -SP CEP: 11035-101 TEL.:(013) 3227-1839Reuniões/Atividades:Sábados: 15:00 às 18:00 hshttp://www.descubrasantos.com.br/myweb/lista.asp?cod_myweb=21livros:
Ousamos realizar aquilo que os outros se contentaram em sonhar
Ousamos realizar aquilo que os outros se contentaram em sonhar
Quem Somos ?
ONG DO TERCEIRO SETOR: O Movimento Bandeirante possui um método próprio, de educação não-formal, que conduz na direção da missão de educação para a cidadania ativa das crianças, adolescentes e jovens. Criado por Baden-Powell, o método ensina, em primeiro lugar, a confiar nos Bandeirantes, e propõe o aprendizado pela experimentação e pela descoberta de si e do outro como sujeitos ativos na transformação do mundo. O método permite e prevê que o bandeirante compreenda os objetivos de suas ações e que, portanto, atribua sentido ao seu trabalho, à sua aprendizagem. Hoje, o método está estruturado como uma unidade composta de oito elementos interdependentes, e é através deles que construímos nossa prática: vivência do Código e da Promessa Bandeirantes, convivência e trabalho em equipe, aprender fazendo, auto-progressão, vida ao ar livre, expressão e simbolismo, convivência entre jovens e adultos e serviço na comunidade. No Movimento Bandeirante, o aprendizado é sempre alegre e divertido. As crianças, adolescentes e jovens participam de diversas atividades práticas, lúdicas e ao ar livre, como acampamentos, excursões, caminhadas, jogos e dinâmicas de grupo. Os Bandeirantes também participam de discussões sobre temas de seu interesse e da sociedade, que estimulam a troca de idéias e informações sobre assuntos variados, e são incentivados a agir de forma responsável e consciente na comunidade em que vivem.Aberto a meninos e meninas a partir dos 5 anos de idade, os bandeirantes trabalham em grupos (ramos) organizados de acordo com a faixa etária: de 5 a 9 anos (ramo ciranda); de 9 a 12 anos (ramo B1); de 12 a 15 anos (ramo B2) e de 15 a 21 anos (ramo guia). As atividades propostas são adequadas de acordo com os interesses e necessidades de cada ramo bandeirante. Os encontros são realizados periodicamente, e são orientados por coordenadores voluntários preparados pela Federação de Bandeirantes do Brasil.A reunião bandeirante é o momento em que as crianças, adolescentes e jovens podem conviver em equipe, fazer amigos, brincar, participar de jogos e gincanas, discutir sobre assuntos que interessam à sua geração e sobre o que acontece no mundo.Nossa missão é “ajudar crianças, adolescentes e jovens a desenvolverem seu potencial máximo como responsáveis cidadãos do mundo”.O Movimento Bandeirante se compromete com a educação para a cidadania ativa de crianças, adolescentes e jovens porque acredita no papel transformador das novas gerações para a construção de uma sociedade mais justa.A história do Movimento Bandeirante começa em 1909, na Inglaterra. O pai do Bandeirantismo é Robert Baden-Powell, ou BP, como carinhosamente é chamado por bandeirantes e escoteiros de todo o mundo.Nas últimas quatro décadas, o Movimento Bandeirante empenhou-se ainda mais em incentivar a participação dos bandeirantes junto à comunidade. Os projetos sociais do MB começam a discutir saúde e nutrição, educação, cultura e meio ambiente. O Movimento Bandeirante também solidificou sua proposta de co-educação. O resultado de suas ações foi o reconhecimento, por entidades nacionais e internacionais, de suas atividades comunitárias, além do crescimento do MB em vários Estados brasileiros, tendo formado cerca de um milhão de crianças, jovens e adolescentes. Os 87 anos de história do Movimento Bandeirante devem-se à dedicação, persistência e amor ao bandeirantismo dos seus personagens. Uma história que começou em 1919, com a chegada da carta de Olave Baden-Powell, e é construída todos os dias pelas crianças, adolescentes, jovens. Esse é o verdadeiro espírito bandeirante: a juventude. O Movimento Bandeirantes, ciente das necessidades sociais, incluiu novos valores em seu programa, são eles: Liberdade, Ética, Solidariedade, Companheirismo, Respeito, Responsabilidade e Compromisso.FEDERACAO BANDEIRANTES BRASIL RUA JURUBATUBA, 157SANTOS - PONTA DA PRAIA(013) 3227-1839Reuniões/Atividades:Sábados: 15:00 às 18:00 hsFonte: Federação dos Bandeirantes do Brasilhttp://www.bandeirantes.org.br/http://www.bandeirantesp.org.br
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